quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Inédito: Assassinato de taxista moçambicano chega ao cinema

Drama de taxista moçambicano assassinado, na África do Sul, chega ao cinema.
A vida de Mido Macia, o taxista moçambicano torturado e assassinado por polícias sul-africanos em Fevereiro de 2013, vai ser retratada num documentário produzido por dois cineastas moçambicanos radicados na África do Sul.


Charles Khosa e Glen Sthole estão a produzir um documentário que apresenta a vida do taxista moçambicano, que no início do ano, foi amarrado a um carro da polícia e arrastado durante centenas de metros, acabando por morrer numa cela.

Para escoamento de carvão: Tailandesa ganha concessão de 525 km de linha ferrea em Moçambique

A empresa tailandesa Italthai Engineering ganhou o concurso para a construção de uma linha férrea de 525 quilómetros no centro de Moçambique, orçada em cerca de 2,6 mil milhões de euros.


Em comunicado divulgado após a sessão semanal, o Conselho de Ministros moçambicano afirmou que a Italthai Engineering terá a cargo a construção do Porto de Macuse, província de Quelimane, centro do país, e da respectiva linha férrea até ao distrito de Moatize, província de Tete, rica em carvão.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Palavras que machucam...

Pensar antes de falar é uma rara habilidade. Nem todos têm e mesmo quem tem às vezes esquece de usar. Por que falamos sem pensar nas consequências?

Porque estamos frustrados por alguma coisa. Porque sentimos raiva. Porque queremos preencher o vazio. Porque queremos ser engraçados. Porque queremos chamar atenção. Porque queremos dar o troco. Porque queremos tirar uma reação da outra pessoa. Porque somos pobres na comunicação. Porque, na verdade, somos egoístas.

Egoístas e às vezes fracos diante de nossas emoções. Daí, a sabedoria e a inteligência dão as mãos e vão passear.

O que podemos fazer para evitar falar sem pensar?

Pensar mais nos outros, menos em nós, e praticar o domínio de nossas emoções.

Por outro lado, o que podemos fazer quando alguém nos fala palavras que machucam?

Curiosamente, a mesma solução se aplica: pensar menos em nós, mais na outra pessoa, e dominar nossas emoções.

Em vez de deixarmos aquelas palavras nos ferirem, podemos focar na outra pessoa e tentar entender por que ela falou aquilo. Compreendê-la. Dar um desconto para seu momento de fraqueza. Tentar descobrir o que ela realmente quis dizer mas falhou na escolha das palavras. E focar nisso.

É sábio pensar antes de falar. É inteligente saber reagir quando alguém lhe fala antes de pensar.

Problemas de comunicação...

Um dos maiores problemas das pessoas sempre foi a deficiência na comunicação. Não conseguem (ou não se esforçam para) compreender o que o próximo quer dizer e também fracassam em expressar seus pensamentos.

Mesmo sem querer, comunicam ignorância, arrogância, estupidez e outros atributos não admiráveis. Rompem amizades. Semeiam contendas. Geram brigas. Magoam entes queridos. Perdem a admiração de quem lhes observa.

Todos nós somos vitimas e culpados disso ao mesmo tempo. É um mal do ser humano.

Mas isso não é desculpa para não melhorar. O primeiro passo é reconhecer a importância de comunicar bem. Entender e se fazer entendido. Reconhecendo isso, podemos ir afiando nossas habilidades de comunicação: ouvir, falar, escrever, ler, comunicar com o corpo e a aparência, tom de voz, brevidade, clareza, conteúdo, silêncio… Há muitas áreas que formam a boa comunicação onde podemos melhorar.

Reconheça que precisa. Identifique seus pontos fracos. Comece a fazer algo a respeito.

Muita coisa em sua vida pode mudar para melhor se você melhorar sua comunicação.

Um erro clássico que todo casal comete...

Algum problema está cozinhando entre o casal. Ninguém fala nada por um tempo, até que um não aguenta e aponta: “Você poderia fazer mais isso e menos aquilo/ser mais assim e menos assado.”

A observação é justa. O outro realmente está falhando, e se parar um pouco para pensar no que ouviu, vai reconhecer. Mas normalmente, o instinto de se defender supera a razão e a pessoa responde: “Sim, mas você também tem feito isso e aquilo e aquilo outro. E além disso, tem sido assim e assim comigo.”

O instinto é tirar o foco dos próprios erros e colocá-lo nos erros do outro. Dividir a culpa. Não parecer que é tão mau assim.

O problema é que não funciona. Vocês vão ficar nessa até os cabelos embranquecerem e não vão resolver nada, só piorar.

A solução? Troque a vírgula depois do “sim” pelo ponto final. E o “mas” pelo “reconheço”.

Quando seu parceiro aponta um comportamento seu que é ruim para o relacionamento, em vez de responder, “Sim, mas…” e completar com outra acusação, apenas diga “Sim.” Ponto final. Não emende com um apontar de dedo para o outro. Se for falar alguma coisa mais, que seja seu reconhecimento do erro, ou alguma pergunta para entender melhor o que seu parceiro está dizendo.

“Sim. Reconheço que eu fico muito tempo vendo TV e quase não te levo para sair. Como é que a gente pode melhorar isso? Tenho algumas ideias mas gostaria também de ouvir as suas.”

Quer dizer, conduza a conversa para uma resolução satisfatória. Entrem num acordo. Combinem o que farão diferente. E aí façam como combinado.

É claro que você deve ter suas reclamações também. Mas não é o momento certo trazê-las à tona na mesma hora que o outro apontou seus erros. Vira pingue-pongue.

Em outro momento, talvez outro dia, você traz a sua reclamação. E aí siga o mesmo processo. Se o outro cometer o erro de se defender, você simplesmente o lembra: “Amor, terei o prazer de lidar com essa sua reclamação mais tarde, como eu fiz com a minha da última vez, mas agora eu queria que conversássemos sobre esse ponto que eu levantei.”

Isso sim, funciona.

Lembre-se, troque a vírgula pelo ponto final e o “mas” pelo “reconheço”. E um assunto de cada vez.

Só pingue, não pongue.

OS TRÊS ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE "O GRANDE"

Quando estava à beira da morte, Alexandre, "O Grande", convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais eminentes médicos da época;

2. Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e

3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
Alexandre explicou:

1. Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Por quais princípios e valores você vive?


Todo mundo vive por certos princípios e valores. Bons, maus, estranhos, repulsivos — sejam como for, esses valores e princípios existem e cada um vive por aqueles que escolhe crer.


Princípios e valores são na essência crenças que guiam nossas decisões e visão do mundo. Desde que nascemos, essas crenças têm nos formado e definido quem somos e o que fazemos. Alguns vivem pelos princípios e valores da religião em que nasceram. Outros escolhem alguém como modelo e seguem sua filosofia. Gandhi. Mandela. Steve Jobs. Hitler. Marx. Mother Theresa. Bono. Bin Laden. Todo mundo segue algum conjunto de princípios e valores, mais provavelmente uma salada de vários que absorveu ao longo da vida.

Não há quem não viva sem princípios. Quando alguém diz, “Fulano não tem princípios” — na verdade, está dizendo que aquela pessoa tem maus princípios. Os ladrões, traficantes, estupradores também têm seus princípios, pelos quais justificam o que fazem.

Concluindo então que ninguém vive sem princípios e valores, a pergunta é, por quais você vive? E também importante: é possível deixar princípios antigos e adquirir novos?

Respondendo a última pergunta primeiro: sim, é possível. Você provavelmente já trocou alguns ao longo da vida, para melhor ou para pior. Normalmente quando trocamos nossos princípios e valores, aquele momento se torna um ponto de mudança em nossas vidas — tamanho é o poder que eles têm de nos influenciar.

Por isso a primeira pergunta é crucial: Por quais princípios e valores você escolheu viver?

A inteligência espiritual me ensina que se princípios e valores ditam a minha vida, e eu quero ter a melhor qualidade de vida possível, então eu devo adoptar os melhores princípios e valores que existem.

Onde encontrá-los? Quem os tem? Como saber que realmente são os melhores?

Os resultados comprovam os que é bom ou ruim. Os princípios e valores que mais têm mudado vidas para melhor são, sem dúvida alguma, os princípios de Deus.

Quem os tem? O Senhor Jesus Cristo foi a pessoa que os viveu e ensinou. E Nele não houve mau exemplo, como é possível encontrar em todos os outros “grandes” líderes que ensinaram muitas coisas boas, mas também fizeram coisas más.

Onde encontrá-los os princípios Dele? Nas palavras da Sua mensagem, a saber, nos Evangelhos e nas Escrituras bíblicas.

É por isso que eu creio Nele, moldo minha vida totalmente nas Palavras Dele, e medito nessas Palavras todos os dias.

Não é sorte. É escolha. E está também ao seu alcance.

(Bispo Renato Cardoso)